A morte precoce de Paulinha Abelha, no dia 23 de
fevereiro de 2022, comoveu o mundo da música. A cantora da banda Calcinha Preta
morreu, aos 43 anos, após ficar 12 dias internada na UTI (Unidade de Terapia
Intensiva) de um hospital particular em Aracaju, Sergipe, por complicações de
insuficiência renal.
Familiares, fãs e amigos ainda vivem o luto pela
morte de Paulinha um ano depois da partida da artista. Apesar da saudade, a
memória da cantora segue viva por meio de homenagens, músicas, lembranças, além
de publicações em fotos e vídeos nas redes sociais.
Em dezembro do ano passado, Paulinha ganhou um
tributo em um memorial em Simão Dias, Sergipe, onde ela nasceu. No local, foi
construída uma escultura da cantora e uma linha do tempo com detalhes da vida e
trajetória dela. Além disso, estão expostos alguns figurinos dos shows e
objetos pessoais da artista.
"Sempre será lembrada, meu amor. Nossa abelha
que virou anjo, te amamos", escreveu Andrea Abelha, irmã de Paulinha, ao
exibir parte da homenagem.
No dia do aniversário de 44 anos da artista, Andrea
e duas primas visitaram o cemitério onde o corpo dela foi sepultado. O trio
levou flores e balões e postou fotos e vídeos da homenagem nas redes sociais. A
família também cantou parabéns e estourou papel picado.
No perfil da irmã de Paulinha, inclusive, são
frequentes as postagens com lembranças da artista e mensagens cheias de
saudade. No último Natal, a família aparece reunida e, ao fundo da imagem, é
possível ver um quadro estampado com o rosto de Paulinha.
Por causa do Carnaval, fãs de Paulinha resgataram,
nesta quarta-feira (22), uma lembrança dela na folia paulistana. Em 2010, a
cantora foi madrinha de bateria da escola de samba Pérola Negra. Naquele ano, a
agremiação homenageou na avenida o compositor Rolando Boldrin